Segundo o Houaiss, TRABALHO é: sm. fis. grandeza que pode ser definida como o produto da magnitude de uma força e a distância percorrida pelo ponto de aplicação da força na direção desta (τ); esforço incomum; luta, lida, faina; conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim; atividade profissional regular, remunerada ou assalariada; qualquer obra realizada (manual, artística, intelectual etc.).

14 de setembro de 2007

Arquivos, papéis, documentos...


Arrumação, organização e características como essas nem sempre estão presentes em todas as pessoas, mas para um arquivista são extremamente necessárias. O arquivista é aquele profissional responsável por analisar, arquivar e organizar documentos públicos ou privados.

Esse trabalho é muito importante para que depois esses documentos possam ser encontrados e utilizados com facilidade, e também para a manutenção e preservação destes.
Pode parecer um serviço simples de ser feito, mas nem sempre é, pois dependo do número de documentos e papeis a serem arquivados, por exemplo, se o trabalho não for bem realizado pode gerar problemas maiores para aqueles que depois vão precisar deles.

Para ser exercer a profissão de arquivista é necessário fazer o curso superior em arquivologia. Além de ser uma pessoa extremamente organizada o arquivista também precisa ser detalhista, meticuloso e ter bom senso de observação e memória.
É uma profissão relativamente nova, por tanto o mercado de trabalho ainda é pequeno, porém com certeza é um mercado promissor já que é um trabalho essencial, principalmente em grandes empresas que tratam com muitos documentos diariamente. O salário pode variar entre R$1000 e R$1500.

13 de setembro de 2007

Ensinando a seduzir

Ensinar a arte da sedução é a função de um personal sex trainer. Personal sex trainer? Isso mesmo. Essa é mais uma profissão desconhecida que faz muito sucesso entre as pessoas que se utilizam dela.


Um personal sex trainer dá consultoria de relacionamentos, visando uma melhor qualidade de vida e a elevação da autoestima das pessoas que procuram por esse profissional. Através de cursos de strip tease, massagem sensual e pompoarismo, o personal sex trainer ensina como apimentar um relacionamento e não deixá-lo cair na rotina.

A profissão ainda é alvo de preconceitos de pessoas que associam o personal sex trainer a prostitutas ou gigolôs. Essa é uma visão distorcida, uma vez que ele não faz sexo com as pessoas que o contratam.

Fátima Moura, sex trainer há 14 anos, é uma das pioneiras da profissão no país. Ela ministra vários cursos para o aprimoramento das técnicas de sedução, além de palestras sobre sexo, amor e fantasias. Fátima também oferece consultoria grátis aos ouvintes da Nativa FM, onde apresenta um programa de domingo a sexta, da 01h as 02h, e quinzenalmente aos domingos na Revista JT.


Ficou interessado? Deixe a vergonha de lado e entre no http://www.fatimamoura.com.br.

Ordem, progresso e estagnação

Muitos brasileiros arriscam suas vidas para cruzar a fronteira do México com os EUA, a maioria deles mineiros. O governo brasileiro deveria criar o Ministério dos Mineiros Exportados. Afinal, para o governo Lula, um ministério a mais não faz diferença. A quantidade de investimentos que brasileiros fazem na esperança de progresso fora do país já virou comércio exterior.

Empregadas domésticas, babás, garçons e por aí vai. E exercendo tais funções, ganha-se o suficiente para fazer um pé de meia e mandar dinheiro para a família que ficou. O que seria impossível no Brasil, no exterior é uma fonte de esperança que faz muitos trabalhadores deixarem suas vidas para trás. Sinceramente, eles não estão perdendo nada.

Para muitos, não existe perspectiva aqui. Lutar a vida toda para dar o mínimo de conforto para a família é exaustão. A escolaridade explica o motivo de funções mais bem remuneradas no exterior. Aqui, a “funcionária do lar” tem, geralmente, até o primeiro grau completo. Nos EUA as empregadas devem ter o equivalente ao segundo grau completo e terem ficha policial limpa.
Apesar dos benefícios, o imigrante nos EUA só exerce esses tipos de funções, desprezadas pelos americanos.
Mesmo com todo o preconceito e a luta para entrar nos Estados Unidos, a vida fora pode valer a pena.Afinal, que futuro o Brasil é capaz de dar aos brasileiros?

12 de setembro de 2007

Lá vem o Natal...


Parece cedo para falar disso, e é! Mas quando a questão é trabalho, quanto mais rápido falar do assunto,melhor.
Já estão abertas vagas de empregos temporários para o final do ano, já que teremos a maior das festividades, que é o Natal.
Os shoppings, claro, são os maiores gestores dos empregos temporários, e o comércio em geral, que lucra absurdamente na época.
Empregos terão crescimento de 10%, e ao todo serão 12 mil vagas para a alegria dos brasileiros.
Em torno de 25% dos funcionários são efetivados em seu emprego temporário, o que é um belo presente no final do ano.
Devido ao crescimento do comércio, o número de empregos nessa época aumenta. A parte ruim é ter que trabalhar muito,muito mesmo, e não saber se o emprego será seu depois. Outro ponto ruim, é para os deficientes que geralmente não são solicitados para essas vagas, apesar de terem participação na seleção de profissionais. Mas nessa última situação, o que infelizmente ainda falta é a capacidade dos empresários para perceber a competência que um deficiente pode ter em qualquer ramo, desde que dêem acesso e chance a eles.
Em todo caso, melhor correr e começar a espalhar seus currículos para ganhar aquela graninha e ir atrás dos presentes natalinos.


foto: UOL.

estatísticas: Band News

11 de setembro de 2007

Arte de Rua

Não sei se desvalorizada ou desconhecida. Acredito que os dois. A arte de rua em si cotuma ser vista como vandalismo e depredação. Com os grafiteiros não é diferente. Não. Grafiteiros não são pichadores. Normalmente são meninos de comunidades carentes que costumavam pichar e com alguma ajuda passaram a fazer arte, a fazer grafite. Eles são muitas vezes até contratados para pintar muros e paredes da cidade. Acho que a desvalorização e o desconhecimento não seja nem o da profissão em si, mas sim, a desvalorização da grafite como arte. É só olhar pelas ruas da cidade e ver trabalhos incríveis nos muros. É arte nos muros. Uma arte nova feita por jovens e que merece sim toda a nossa adimiração. Segue um vídeo com uma pequena reportagem feita pela TVRIO sobre Grafiteiros.

(Caso não consiga visualizar o vídeo aqui no blog, logo abaixo o link do vídeo no youtube.)



Arte de rua é vista por poucos como arte. E é para tentar reverter essa situação que foi criada uma galeria em São Paulo que só traz arte de rua. A Galeria Choque Cultural traz grafites, stickers e até tatuagens, ela traz a arte da rua para uma galeria de verdade. Se pensarmos que as galerias de arte são sempre direcionadas a públicos de classes altas(classea A e B), endinheirados e costumam ter poucas pessoas visitando as obras que são normalmente pinturas e esculturas raríssimas ou extremamente caras de importantes pintores e/ou escultores.

Já na choque cultural encontramos jovens, arte feita por jovens exibida em um ambiente descontraído onde qualquer um se sente à vontade e hipnotizado pelas artes lá expostas. Vale a pena conferir.

Foto da fachada da Galeria Choque Cultural retirada de seu próprio site.

Noites literalmente agitadas

Depois da pequena apresentação e apreciação da "profissão DJ" , continuo a aventura - ainda de maneira passiva - pelo mundo do trabalho noturno, suas alternativas e paixões. Apresentando uma figura conhecida das noites urbanas: o bartender.

Nome dado - incluso às variantes - aos que têm muito conhecimento e experiência em criação de drinques e diversas bebidas,são geralmente jovens,bonitos e simpáticos.Por enquanto,muito sutil.

A partir do momento em que esses garotos e garotas dão um show de dança fazendo malabares com garrafas e truques ilusionistas, passam a ser denominados flair bartenders.

Essa variante da profissão se popularizou com o filme "Show Bar" principalmente em países onde não era conhecida ou muito pouco divulgada,no caso do Brasil.

Como tudo não são rosas, fazer caras e bocas jogando trocentas garrafas não vai fazer de você um(a) bartender de sucesso.A habilidade para o entretenimento e o indispensável amor pelo que faz,também são essenciais para quem quer encarar noites satisfazendo fígados,levando cantadas e muitas vezes sendo divã de pessoas desconhecidas.

Mesmo assim,nada substitui o prazer de servir bem e ser bem servido.

10 de setembro de 2007

Carreiras diversas para sonhos diversos


Sem pensar muito, faça uma lista dos primeiros cinco cursos superiores que passarem pela sua cabeça. Pronto? Deixe eu adivinhar: nesta lista continha administração, direito, medicina, publicidade, psicologia ou engenharia? Gostaria que, entre os vestibulandos, fosse feita a seguinte pesquisa: quem já ouviu falar de Produção Cultural, Gestão de Políticas Públicas, Naturologia, Musicoterapia, Secretariado, Design de Games, Aqüicultura? Apenas dando uma breve folheada em qualquer guia de profissões, é possível achar esses e outros nomes ainda mais incomuns. O grau de evolução- e complexidade- que o ser humano atingiu nesse desordenado pós-modernismo acarreta nessa tendência à especialização.

Mas há um medo- ou um preconceito- de se escolher uma carreira que fuja tanto do convencional e que seja relativamente recente. Sei o que passei quando, no terceiro colegial, anunciei à família que uma das minhas opções era terapia ocupacional- e olha que esta nem é das mais atípicas. As escolhas dos que se formaram comigo no colégio não variaram muito, a maioria recorria aos habituais refúgios dos indecisos.

Vamos imaginar a seguinte situação: Desde criança, Joana era um exemplo de organização. Dedicava horas arrumando seu guarda-roupas, separando cada peça por cor, tamanho, modelo, marca, ordem alfabética e todos os critérios possíveis de se imaginar. Sua estante de livros era separada por autor, os que já foram lidos, os melhores enredos etc. A empregada nem precisava tocar em seu quarto. Joana era metódica, responsável, e sabia a localização exata de cada mínimo objeto em seu quarto. Tinha verdadeira paixão pela ordem. Quando chegou a hora de decidir o que prestar no vestibular, Joana não teve dúvidas: Durante o jantar, com os olhinhos brilhando e o coração palpitando de entusiasmo, anunciou para os pais:
-Quero cursar biblioteconomia!
Os pais se embrenharam numa gargalhada efusiva e hostil. E o pai emendou, em tom de deboche:
-Estudar quatro anos para aprender a arrumar livros? Qualquer um faz! Ai, filha, você tem cada idéia...

É necessário coragem para enfrentar ignorância, expressão azeda, nariz torto, piadinhas sarcásticas e perguntas imbecis quando se opta por um curso diferente.
Quantas Joanas por aí foram simplesmente enquadradas em profissões convencionais e nunca puderam ir de encontro com seus verdadeiros potenciais, estão hoje enfurnadas em escritórios maçantes, se rasgando por dentro, absolutamente frustradas?

O preconceito chegou em um nível que sequer nos dão a oportunidade de conhecer as carreiras fora do padrão. É só analisar as jornadas profissionais que as escolas realizam, que, dizem, são para "esclarecer" o aluno indeciso, mas só proporcionam palestras com profissões banais. Nem os testes vocacionais levam em conta carreiras inusuais. Por que tanta falta de informação, se o leque de possibilidades é tão amplo? Se os possíveis talentos são diversos, porque se prender a opções tão restritas?

Não despreze carreiras bizarras. Você já pensou que pode encontrar o sentido da sua vida em alguma delas? Suas aspirações poderiam ter encontrado o encaixe perfeito em um ofício do qual você foi privado de saber que existia. Se você descobriu uma vocação em você, por mais peculiar que seja, não fuja dela. Abra a cabeça e se permita. Só resta estufar o peito, impostar a voz e admitir:
- Puta que o pariu, nasci pra ser quiropraxista!

9 de setembro de 2007

Cultura é prioridade da profissão


A profissão de Museologia é pouco conhecida e uma boa dica para quem aprecia arte, cultura e história. Só existem três faculdades de graduação com esse curso no Brasil que se localizam nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina.

O profissional dessa área recebe o nome de museólogo. A lei que regulamentou a profissão diz que cabe a ele planejar e executar serviços de identificação, classificação e cadastramento de bens culturais. Tem como dever também promover estudos e pesquisas sobre acervos de arte e fazer perícias sobre o valor histórico e a autenticidade das peças do museu.

Para organizar exposições os museólogos trabalham em conjunto com profissionais de outras áreas como artistas plásticos, historiadores, arquitetos, selecionando peças e mudando suas disposições no museu.

Eles precisam ser comunicativos, pois também realizam papel de educadores, planejando atividades e dando explicações sobre o estilo do artista que está expondo suas obras para públicos de faixa etária distintas.

Boas oportunidades de emprego aparecem em empresas interessadas em preservar sua história contratando profissionais para organizar acervos e exposições.
>Imagem: http://www.mp.usp.br/imagens/museu_paulista_vista_aErea.jpg

8 de setembro de 2007

Desvalorização do idoso


Até pouco tempo ter mais de 40 anos e conseguir um emprego era tarefa das mais difíceis. No entanto, a situação agora é outra. Muitas empresas já perceberam que o preconceito estava causando prejuízo. A experiência e o talento estavam sendo deixados de lado.
E por isso, o mercado de trabalho está dando oportunidade para os profissionais mais maduros. O problema é que as vagas aumentaram, mas a valorização nem tanto. Estou me referindo especificamente aos idosos, que se encaixam nessa parcela mais experiente de trabalhadores.

O mercado ainda reserva pouco espaço para a terceira idade (os desempregados dessa faixa etária são os que levam mais tempo para conseguir um emprego).
As jornadas de trabalho são bem semelhantes, enquanto um funcionário idoso costuma trabalhar 41 horas semanais, os outros funcionários trabalham em média 44 horas. Porém, como muitos empregadores ainda consideram que os idosos não dão muita importância para o dinheiro, uma vez que o importante é exercer alguma atividade para se sentir útil, o salário acaba sendo bem reduzido.

É verdade que muitos idosos voltam para o mercado de trabalho não apenas para aumentar a renda, como também para ter uma atividade. Mas isso ser desculpa para diminuir o salário dos empregados dessa faixa etária é um absurdo.
>Foto:
http://forumcidade.blogspot.com/2004_03_01_archive.html

>Recomendo o site:
http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/especial/artigos.htm
onde estão disponíveis vários artigos e reportagens sobre o tema

Tão essencial quanto às outras

Hoje quero falar de um assunto que já está em pauta há muito tempo: a desvalorização do trabalho das donas de casa. A sociedade vê com outros olhos as mulheres que, após o casamento, decidem ficar em casa, cuidando dos filhos, do marido e dos afazeres doméstico. Abrindo mão da mulher profissional e conseqüentemente da carreira.


Essas mulheres percorrem um caminho inverso. Pois há alguns anos atrás, elas derrubaram tabus e entraram para o mercado de trabalho. Ocupando postos e profissões destinados aos homens.

Essa profissional, pois é isso que ela é, desempenha diversas funções ao longo do seu dia. Dia que custa a passar, monótono, sem graça, pois são sempre iguais.

Não entendo o motivo do preconceito! Preconceito, que também parte de dentro de casa, dos próprios maridos. Quer trabalho mais desgastante, ingrato, pouco valorizado - poderia, ainda, citar vários outros termos – e que, ainda por cima, não é remunerado?

Se ela fosse remunerada, ou seja, recebesse como qualquer outro profissional, com certeza seria tanto quanto recebe um diretor, gerente de empresa. Pois suas funções vão de: faxineira á administradora. Já que, ela administra um lar e seu trabalho é fundamental para o funcionamento da casa.