Segundo o Houaiss, TRABALHO é: sm. fis. grandeza que pode ser definida como o produto da magnitude de uma força e a distância percorrida pelo ponto de aplicação da força na direção desta (τ); esforço incomum; luta, lida, faina; conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim; atividade profissional regular, remunerada ou assalariada; qualquer obra realizada (manual, artística, intelectual etc.).

20 de setembro de 2007

Ahhh... o professor!

“Você só consegue ler isso hoje porque um dia um professor te ensinou a ler”. A pura verdade dita pela professora de ciências Izabel Moraes. Pode ser que seus pais tenham começado a sua alfabetização, mas foi numa escola que você realmente aprendeu a ler e escrever.

Apesar da importância dos professores, seu trabalho é muito desvalorizado. São poucos os que dão o valor que eles merecem. A começar pelo salário: o piso de um professor do ensino fundamental (1ª a 4ª séries) é de R$ 659,80, para uma jornada de 22 horas semanais. Daí você divide as horas pelos dias da semana e pensa que por menos de 5 horas diárias o salário está bom. Mas continue pensando, esse professor passa 5 horas diárias com uma turminha de 7, 8, 9 ou 10 anos. Se você conhecer alguém dessa idade vai saber o quanto é difícil “domar” esses pequenos. Imagina uma sala com 40 desses.

O professor não só alfabetiza, como também cuida. Se eles choram, passam mal, brigam, quem ajuda é o professor, que se torna também pai/mãe para essas crianças.

Isso falando só dos professores do fundamental, mas os problemas que os da 5ª a 8ª e do ensino médio enfrentam não são brincadeira. O salário também é baixo e os professores passam pela adolescência de seus alunos. Isso não é fácil.

Talvez seja a hora de entender que não seriamos nada se não fosse por aquele profissional maravilhoso que um dia nos ensinou a ler.

Um comentário:

Sandra disse...

É lamentável que o ensino não tenha o devido valor aqui no Brasil.
Façam como a professora Izabel! Não fiquem no Brasil!! hehehe!!!
Mas falando sério... além de lamentável a situação atual, o pior de tudo, é saber a probabilidade de mudanças para melhor é mínima. E o pior: a população não cobra. Ou seja: uma bola de neve, que cresce a cada dia.
Beijinhos!