Segundo o Houaiss, TRABALHO é: sm. fis. grandeza que pode ser definida como o produto da magnitude de uma força e a distância percorrida pelo ponto de aplicação da força na direção desta (τ); esforço incomum; luta, lida, faina; conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim; atividade profissional regular, remunerada ou assalariada; qualquer obra realizada (manual, artística, intelectual etc.).

5 de setembro de 2007

A mulher no mercado de trabalho

Mesmo após tantas revoluções na nossa sociedade, alguns comportamentos não mudam. Um deles, é o machismo ainda presente em relação a cargos que, segundos homens, devem pertencer somente ao sexo masculino. Há ainda o tradicional pensamento de divisão entre profissões masculinas e femininas.

Como exemplo, houve um preconceito quando mulheres começaram a tomar conta dos ônibus da cidade. Os motoristas não só se sentiram ameaçados, mas também achavam que mulheres não tinham o mesmo dom que eles tem para dirigir, manobrar e etc.

Sentiram que seu espaço foi invadido, mas pelo jeito vai continuar sendo porque mulheres hoje dirigem não só ônibus, mas também caminhões e táxis. Rosa Maria Noschese, 57, dirige táxi no Alto de Pinheiros em São Paulo, e com certeza não pensa em largar a profissão.
"Tenho tantas estórias que daria para escrever um livro! Amo o que faço e amo meus clientes! Só não gosto de dirigir com chuva.", ela declara.

O mercado de trabalho está mais amplo para mulheres em termos de ocupação, as limitações femininas impostas estão sendo extintas, pois hoje existem padeiras, caminhoneiras, bombeiras, que eram até então profissões tipicamente masculinas. Manutenção Aeronáutica é um dos novos cargos conquistado por mulheres, e que está também colaborando para ampliação do mercado de trabalho feminino. O problema é que mesmo a mulher conquistando seu espaço no mercado de trabalho sua taxa de desemprego ainda é maior comparada com a dos homens.

>Foto:

http://guaruja.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/escola_tecnica_mulheres_profissao_2007.asp

Um comentário:

bel disse...

Acho que além disso convém ressaltar que os salários também são - injustamente - desiguais. E que o mesmo nível de stress e doenças emocionais que atingia os maridos das mocinhas que ficavam em casa cuidando das crianças e fazendo o jantar, agora está atingindo as esposas dos mocinhos que chegam antes em casa e esquentam o jantar.